Operação da FICCO investiga fraude em registro de CAC e possível comércio ilegal de armas em Campina Verde
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela força integrada coordenada pela Polícia Federal. A investigação apura fraudes na obtenção de registro de CAC e possível distribuição clandestina de armamentos.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG) deflagrou, nesta quinta-feira (2), a Operação Arsenal Oculto, com o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Campina Verde, no Triângulo Mineiro.
A investigação apura, em tese, os crimes de posse irregular de arma de fogo, estelionato, falsidade ideológica, falsidade material de documento e uso de documento falso. Segundo a apuração, há indícios de que o investigado teria utilizado documentos supostamente falsificados para obter o Certificado de Registro (CR) de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), ocultando antecedentes criminais e demonstrando, de forma fraudulenta, o requisito de idoneidade exigido pela legislação.
De acordo com a FICCO/MG, o aprofundamento das investigações também revelou indícios de que o suspeito possa ter atuado na intermediação, aquisição e distribuição clandestina de armas de fogo, além de possíveis ligações com o comércio ilegal de armamentos na região de Campina Verde.
Durante a operação, a Justiça Federal autorizou a apreensão de oito armas de fogo — sendo quatro de uso permitido e quatro de uso restrito — além de munições, documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que poderão auxiliar no esclarecimento dos fatos.
A FICCO/MG é coordenada pela Polícia Federal e reúne, de forma integrada, a Polícia Militar de Minas Gerais, a Polícia Civil de Minas Gerais e a Polícia Penal de Minas Gerais, com o objetivo de fortalecer o combate ao crime organizado no estado.
Fonte: WA Mídia.
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